terça-feira, 30 de novembro de 2010

D2011 eleita!

Salmo 100
Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras.
Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico.
Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio.
Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.
Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.

Na última plenária da UPA IPV (31/11/10) tivemos a escolha da nova diretoria para o ano de 2011.
39 sócios participaram da eleição, o que representou 81,25% de presença (48 no total).
Clara, atual 1ª sercretária, foi eleita presidente com 62% dos votos válidos. A mais votada da noite (em percentuais)!




James Andrew foi eleito vice-presidente com 57% dos votos válidos. O André é um novo integrante da diretoria!
Denise foi eleita 1ª secretária com 60% dos votos válidos. A Denise também é novata na diretoria da UPA!






Júlia foi reeleita 2ª secretária com 60,5% dos votos válidos, comprovando o ótimo trabalho dela em 2010!


Davi foi reeleito tesoureiro, e de forma arrasadora, em 1ª votação, com 59% dos votos válidos. Era possível ouvir aclamações de ‘eterno tesoureiro’! (rsrsrsrs)



Dados interessantes dos eleitos:
  • Os 5 têm a mesma idade;
  • Os 5 estão na mesma série;
  • Os 5 entraram na UPA em 2009;
  • Os 5 eleitos participaram juntos da UPJ IPV;
  • Destes 5, 3 fazem parte da diretoria atual;
  • Destes 5, 2 foram reeleitos para o mesmo cargo em 2011.

Parabéns a nova diretoria eleita!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Identidade - Vlog do Lu & Tero com Marcos Botelho



Quem é você?
Quem sou eu?
Como sabemos qual a nossa identidade?
Penso logo existo?
Não importa o que vão pensar de mim?
Todas estas perguntas os nossos amigos LU e TERO com Marcos Botelho não vão responder, mas vão dar sua opinião!

Publicado originalmente no blog Marcos Botelho

sábado, 27 de novembro de 2010

Flash Mob Sings Hallelujah Chorus in Food Court



Ao meio-dia de 13 novembro de 2010 compradores desavisados têm uma surpresa, enquanto desfrutam de seu almoço. Um coral reunido desfarçado, cantando o refrão Aleluia de Handel!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Chimamanda Adichie: O perigo da história única



As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas. A romancista Chimamanda Adichie conta a história de como descobriu a sua voz cultural - e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico.

Translated into Portuguese (Portugal) by Goreti Araújo
Reviewed by Paulo Calçada

Publicado Originalmente em TED

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O ministério do Espírito Santo, o ministério invisível

“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” I Co 2:9
No domingo (14/11) o pr Jony Almeida pregou sobre o ministério do Espírito Santo. Ele iniciou contando a parábola abaixo sobre sabedoria:
“Também vi este exemplo de sabedoria debaixo do sol, que foi para mim grande. Houve uma pequena cidade em que havia poucos homens; veio contra ela um grande rei, sitiou-a e levantou contra ela grandes baluartes. Encontrou-se nela um homem pobre, porém sábio, que a livrou pela sua sabedoria; contudo, ninguém se lembrou mais daquele pobre.”
Parábola de Eclesiastes 2:13-15
O ministério do Espírito de Deus é marcado pela sua sabedoria e poder, não existe exibicionismo e promoção própria, mas tão somente a glória de Deus é anunciada.
4 atos deste ministérios nos foram apresentados.
1º Testificar – o Espírito Santo vem nos testificar/confirmar a nossa vocação, somos filhos de Deus. Ele sonda o nosso íntimo para nos revelar quem somos.
2º Trazer vida abundante – o poder do Espírito Santo trazendo vida, abundância e graça. Aonde habita o Espírito Santo, aí há liberdade – da morte, do mal, do pecado...
3º Comunhão com Deus – o Espírito Santo sonda todas as coisas, até mesmo as mais ocultas de Deus.
A comunhão com Deus possibilita trazer para o meu cotidiano essa vivência transcendental, o conhecido fruto do Espírito, um viver orientado e pleno do Espírito de Deus.
“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.” Gálatas 5:22-25
4º Em relação ao próximo – não é só um ministério para o indivíduo, mas também para a experiência comunitária.
“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor.” Lc 4:18-19
O Espírito Santo vem até nós para colocar pra cima o outro, para servir o próximo, perceber e sentir meu irmão. O Espírito Santo traz até nós uma luta pela comunhão.

Como temos visto até agora, o Espírito Santo não chama a atenção para si mesmo, um ministério invisível. Não chama glória para si mesmo.
Como podemos lidar com essa verdade? Com este companheiro tão sublime?
“Não apagueis o Espírito.” I Ts 5:19
“E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.” Ef 4:30

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Devocional IV - Radicalize de dentro pra fora!

A sós com Deus
Mateus 5:6,9
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Para ler e pensar
Stott diz que a justiça na Bíblia tem pelo menos três aspectos: o legal, o moral e o social. A Justiça legal é justificação, é a busca por um relacionamento certo com Deus, a busca pelo perdão dos pecados e a reconciliação; justiça moral é aquela justiça de caráter e de conduta que agrada a Deus, ou seja, a partir do momento que somos salvos por Jesus buscamos também viver de acordo com o jeito que ele nos ensinou a viver; e justiça social refere-se à busca pela libertação dos oprimidos junto com a promoção dos direitos civis, essa justiça nos faz olhar para o nosso próximo e ver quem é que está precisando de ajuda.
“Talvez não exista um segredo maior no progresso da vida cristã do que um apetite pela justiça”(John Stott).
A busca pela justiça começa internamente, assim como a busca pela paz. Não é possível promover a paz entre as pessoas se antes não estamos em paz com Deus em nosso coração e mente. Mas não podemos ficar parados, no que depender de nós que haja paz e justiça...

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Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha.



Leia novamente os versículos
1. O que a busca pela justiça tem a ver com a busca pela paz?
2. Escreva neste papel uma oração curta pedindo a ajuda de Deus para viver essas duas bem-aventuranças no seu dia a dia.

sábado, 20 de novembro de 2010

Religião X Espiritualidade

"Há um espírito vivendo em nós – então, naturalmente, haverá espiritualidade."
Dizer que há uma diferença entre religião, espiritualidade e espiritualidade cristã já virou lugar-comum. Mas é sempre conveniente estabelecer os limites entre elas. A religião resulta sempre de um caldo de crenças, convicções, definições e marcos concretos capazes de definir com certa precisão quem são os de dentro e os de fora. Religião e cultura estão intrincadas de tal maneira que, em muitos casos, não se sabe onde começa uma e termina outra. Conquanto sua etimologia – a origem é o termo latino religare – proponha a conexão, o religamento com o divino, a religião nem sempre pode ser considerada um ponto de contato com Deus. A religião é uma codificação de Deus, e por isso se apoia no dogma. Na mais elementar observação, é justo afirmar ser a religião uma criação humana para se aproximar de Deus.

Já espiritualidade é uma expressão do espírito, dessa dimensão misteriosa do nosso ser; de algo em nós capaz de levar-nos para alguém fora de nós. Sim, há um espírito vivendo em nós – então, naturalmente, haverá espiritualidade. Ela não precisa ser criada; necessita, isto sim, ser cultivada, pois já existe como condição natural do ser humano. A espiritualidade não é resultante da cultura, embora aconteça sempre dentro de um contexto histórico. É fato que as barreiras culturais e religiosas são melhor transpostas pela via da espiritualidade. Neste sentido, enquanto a religião é sempre uma realidade doméstica, acontecendo no âmbito da familiaridade da casa e de seus moradores, a espiritualidade é “selvagem”; ela não se deixa conter pelo lugar, pelo rito, pelas pessoas. Antes, passa pela casa, mas habita mesmo o mistério e o desconhecido. A espiritualidade quer experimentar Deus sem a obsessão de defini-lo – por isso, ela se apoia não no dogma, mas na metáfora, que é plural nos seus significados. Na mais elementar observação, é justo afirmar ser a espiritualidade uma criação de Deus para se aproximar do ser humano.

A espiritualidade cristã afirma um Deus eternamente trino, mas historicamente se alicerça em Jesus. Eis a razão pela qual nesta espiritualidade a verdade não é um dogma, mas sim uma pessoa: “Disse Jesus, eu sou a verdade e a vida; ninguém vem ao pai sem mim” (João 14.6). O cerne da vida de Jesus era sua relação com o Pai por meio do Espírito Santo. Sua inquebrável conexão com o Pai dava-lhe a invejável tranquilidade de dormir na proa de um barco em meio a uma tempestade apavorante. Por tocar e ser tocado pelo Pai, o Filho de Deus conseguia tanto tocar em leprosos intocáveis como sentir o singular toque de alguém no meio de uma multidão de mãos; podia sentar-se para descansar na casa de suas amigas Marta e Maria e comer e beber na companhia daqueles com quem a religião não aconselhava a fazê-lo. Jesus é o verdadeiro religare, em quem o divino e o humano se unem no seu estado de plenitude.

Duas tragédias podem se abater sobre a espiritualidade cristã. A primeira é quando ela é domesticada por uma religião, ainda que se denomine cristã. Nesse caso, valores são substituídos por regras; comunidades, por templos; relacionamentos, por doutrina; fraternidade. por denominação; devoção, por liturgia; conversação, por pregação; adoração, por espetáculo; serviço, por poder; graça, por lei; entrega, por consumo; ovelhas, por lobos; e a pessoa viva de Jesus, pela pálida caricatura de um ídolo, seja visível ou invisível. A segunda tragédia é tratar a espiritualidade cristã como se fosse algo fluido, sem rosto, sem âncora. Embora não seja a única espiritualidade presente no mundo, aquela que nasce de Jesus tem contornos definidos. É mistério, mas também encarnação visível do Deus invisível. É inclusiva, aberta a todos – mas exige transformação de mente e coração de todos que aceitam caminhar por suas sendas. É fundamentada nas experiências e nos relacionamentos, buscando o encontro com o coração do Pai.

Esse tipo de espiritualidade, a cristã, não é dogmática, mas racional. Ela se afirma a partir de algumas definições que a fazem singular. Ela não se deixa conter por nenhum odre religioso, mas ao mesmo tempo permite-se reduzir a uma referência histórica. Confessa um Cristo cósmico, presente em toda a Criação, porém encarnado plena e unicamente na pessoa histórica de Jesus de Nazaré. Vivemos um momento no qual o desgaste da religião institucionalizada e a explosão de diferentes espiritualidades nos impõem um reencontro com os alicerces da espiritualidade vivida por Jesus. Um retorno ao ponto no qual o Filho disse que sua vontade consistia em fazer a vontade de seu Pai. Ao que o Pai replicou: “Este é o meu Filho amado, em quem eu tenho prazer”.

Por Eduardo Rosa
Publicado originalmente em Cristianismo Hoje

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Devocional III - Radicalize de dentro pra fora!

A sós com Deus
Mateus 5:5,8
5 Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Para ler e pensar
Sabemos que as orientações de Jesus se referem às transformações internas. Está óbvio que as palavras “de coração” indicam uma limpeza interior, um tipo de humildade, assim como “pobres de espírito” se referia a uma pobreza espiritual e não material.
A palavra grega praus (manso) significa gentil, humilde, atencioso e cortês, também nos remete a um exercício interno muito importante que é o autocontrole. A mansidão que Jesus fala não é externa, não é fruto da indiferença ou falta de atitude diante dos desafios. Pelo contrário é força enorme que temos de exercer internamente para termos uma vida equilibrada e regrada.
As bem-aventuranças nos lembram a bondade de Deus. Ele nos orienta como viver e nos oferece gratuitamente bênçãos muito maravilhosas. As bênçãos de Deus vão além do que a gente jamais poderia merecer ou sonhar, e sua promessa aqui é que um dia o veremos face a face.

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Quando Paulo se deparou diante de Deus, e percebeu que estava andando no caminho errado, logo se arrependeu, orou e começou imediatamente a anunciar Jesus nas sinagogas, dizendo: — Jesus é o Filho de Deus. Devemos sempre rasgar o nosso coração diante de Deus e estarmos dispostos assim a ter o coração limpo.



Leia novamente os versículos
1. Para ser manso e limpo de coração é necessário tomar alguma atitude? Qual?
2. Escreva neste papel uma oração curta pedindo a ajuda de Deus para viver essas duas bem-aventuranças no seu dia a dia.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Passa dia no recanto da Cigarra



 





No sábado passado a UPA fez um passa dia muito gostoso no Recanto das Cigarras (UFV). Entre as 14h e 18h30min nos reunimos para jogar, ouvir música, conversar, comer, orar e meditar nas Escrituras. Foi um momento bom à beça!


As fotos do encontro podem ser vistas no Flickr UPAIPV  ou no Orkut UPA-IPV.
O Jônatas Almeida conversou conosco sobre a multiplicação de pães, esse milagre extra-ordinário realizado por Jesus. Segue um breve resumo da mensagem:
  
A multiplicação dos pães
Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.
Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer.
Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer. Mas eles responderam: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. Então, ele disse: Trazei-mos. E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.
Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram recolheram ainda doze cestos cheios. E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.
Mateus 14:13-21
 Uma pergunta que o Jônatas nos levou a responder foi: por que Jesus não multiplicou os pães de uma vez, sozinho, sem importunar os discípulos?
Responder essa pergunta é importante para entendermos um pouco sobre relacionamento com Deus, vida e missão. A passagem bíblica nos mostra o interesse de Jesus em comunicar algo importante e verdadeiro para os discípulos.
Jesus deixou os discípulos reconhecerem a necessidade do povo. Os discípulos precisavam sentir responsabilidade, romper com a apatia e se preocupar com essa multidão que Jesus amava. Precisamos romper com um estilo de vida individualista, que promove o egoísmo e a indiferença para com a necessidade do próximo.
Jesus mostrou para os discípulos que o pão não surgiu do nada, mas da capacidade limitada de cada um em ajuntar míseros 5 pães e dois peixes. O nosso pouco nas mãos de Deus é suficiente para promover o bem e mudar situações, pois Deus é poderoso para multiplicar esse pouco.
Jesus nos dá a honra de participar ativamente do seu Reino, vivendo e anunciando as boas novas do evangelho, trazendo redenção para um mundo caótico. Essa redenção que anunciamos não é apenas individual, mas também comunitária, social, cultural.
UPA, vamos juntos olhar para as necessidades a nossa volta e oferecer ao Senhor os nossos míseros pães e peixes... Que o Senhor abençoe o nosso pouco para sermos abundantes na sua obra.

Devocional II - Radicalize de dentro pra fora!

A sós com Deus
Mateus 5:4,7

4 Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Para ler e pensar
Essas bênçãos são para o presente ou para o futuro? Essa é uma pergunta natural que podemos fazer ao ler as palavras de Jesus. Na verdade elas têm cumprimento tanto no presente quanto no futuro. Começa hoje, mas apenas se cumprirão plenamente nos Novos Céus e Nova Terra quando Jesus voltar para reinar.
Pensar nesse futuro onde o plano de Deus se realizará por completo é conhecer a fonte do consolo e da misericórdia. Deus é a fonte, e seus planos são a nossa esperança.
Que choro é esse? “Este é o segundo estágio da bênção espiritual. Uma coisa é ser espiritualmente pobre e reconhecer isso; outra coisa é entristecer-se e chorar por causa disto. Ou, numa linguagem mais teológica, confissão é uma coisa, contrição é outra.” (John Stott)
Misericórdia é compaixão pelas pessoas que passam necessidade. Cuidado: não nos tornamos merecedores de misericórdia através de atos de misericórdia, ou merecedores de consolo só porque choramos. Mas Deus é bondoso e nos ensina que essas bênçãos andam lado a lado com as pessoas que as praticam.

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Maria lavou os pés de Jesus com as suas lágrimas e enxugou com os seus cabelos, foi uma cena forte e corajosa. Ela chorou porque sabia que seu mestre ia morrer pelos seus pecados. Muitos a criticaram, mas Jesus disse que a sua história seria conhecida pelo mundo a fora.

Leia novamente os versículos

1. Que tristeza é essa que pode produzir alegria e bênção de Cristo naqueles que a sentem (os que choram)?
2. Escreva neste papel uma oração curta pedindo a ajuda de Deus para viver essas duas bem-aventuranças no seu dia a dia.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Devocional I - Radicalize de dentro pra fora!

A sós com Deus
Mateus 5:1-3,10
1 Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos;
2 e ele passou a ensiná-los, dizendo:
3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
Para ler e pensar

As bem-aventuranças descrevem o jeito equilibrado e diversificado dos seguidores de Jesus. A idéia não é falar de oito grupos de pessoas diferentes onde uns que são mansos e outros misericordiosos etc. Antes são oito qualidades que se complementam na medida em que buscamos conhecer mais a Deus e o caminho que ele preparou para nós. Além disso, essas características não são elitistas, exibidas por um grupo separado e orgulhoso. Elas foram ensinadas por Jesus como o modo que todos os seus seguidores devem viver.
A palavra makarios traduzida como “bem aventurado” ou “feliz” não está declarando como as pessoas se sentirão (“felizes”), mas sim o que Deus pensa delas, ou seja, o que elas são quando vivem de acordo com o seu ensino: bem-aventuradas.
“Ser pobre de espírito é reconhecer nossa pobreza espiritual, ou falando claramente, nossa falência espiritual diante de Deus, pois somos pecadores (...) nada temos a oferecer, nada a reivindicar, nada com que comprar o favor dos céus.” (John Stott)
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Quando Jesus tentou lavar os pés de Pedro, ele não deixou, então Jesus explicou o significado daquele momento, aí Pedro respondeu: “Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça.” Ele percebeu que era pobre de espírito.


Leia novamente os versículos e responda
1. O que os pobres de espírito e os perseguidos têm em comum?
2. Escreva neste papel uma oração curta pedindo a ajuda de Deus para viver essas duas bem-aventuranças no seu dia a dia.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A espiritualidade que Jesus deixou para nós

E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; e, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.
Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.
Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.
Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

Evangelho de Mateus 5:1-16

Jesus estava pregando as boas novas do reino de Deus, e grande multidão o seguia admirada com o seu ensino. Vendo a aglomeração a sua volta, Jesus subiu ao monte e rodeado pelos seus discípulos, passou a ensinar as muitas pessoas que o seguiam, ensino este conhecido como o famoso Sermão do Monte.

A primeira pergunta que me vem à mente é por que tanta gente seguia a Jesus? Esse pessoal queria ouvir o que Jesus tinha para dizer. Sua pregação (o reino dos céus está próximo) e os sinais que fazia despertavam a curiosidade de muitos. Qual era sua espiritualidade, seu modo de vida? Como Ele poderia levá-los a Deus?

Espiritualidade na prática é redundância. Jesus nunca ensinou, incentivou ou deu margem para o desenvolvimento de qualquer espiritualidade que não se expressasse no dia a dia, com reflexo direto no nosso modo de viver. Pelo contrário, quem fazia isso eram os fariseus e por isso foram tão intensamente criticados por Jesus.

Os ensinos de Jesus são coerentes com sua vida, são acessíveis a qualquer um. Jesus traz o conhecimento de Deus e de sua vontade (o evangelho) ao simples, e quando necessário se utiliza inclusive de parábolas para facilitar o entendimento de verdades tão essências para o nosso dia a dia.

As palavras de Jesus são tão relevantes ao nosso cotidiano que as reações das pessoas que o ouviam eram imediatas. O jovem rico se entristeceu e o abandonou, a multidão que o seguia disse que o seu discurso era duro e também o abandonou.

Não há dissimulação na pessoa de Jesus. Ele não está interessado em agradar seus ouvintes, pelo contrário, seu compromisso é com a Verdade. O interesse de Jesus não é manter o status quo, mas transformar seus ouvintes – trazer vida abundante.

Isso tanto é verdade que as bem aventuranças são uma contra-cultura, uma proposta diferente de viver. Jesus está dizendo que existe esperança e não tem porque vivermos de qualquer forma, sem se importar com a nossa humanidade. Por falar em humanidade, as bem aventuranças são uma proposta de humanização do homem que há muito tempo vive longe de seu propósito.

Os valores de Jesus são diferentes dos valores do mundo. Para ele as virtudes fazem parte da nossa semelhança de Deus, por isso os vícios e toda forma de mal deve ser combatido com toda diligência.

Por falar em virtude, os verdadeiros seguidores de Jesus estão realmente engajados com seus valores. O domínio próprio faz deles pessoas livres de toda forma de maldade, o comprometimento com a justiça é para eles como uma refeição diária, essencial para a vida. A compaixão com o desfavorecido é notória e eles não medem esforço para socorrer o próximo, a solidariedade está presente ainda que seja custoso para eles. E não poderíamos deixar de notar o espírito pacificador existente nesta comunidade do Rei, todos estão empenhados com o sucesso da paz, pois foi isso que o Cristo trouxe para o reino, ele desfez toda a inimizade que havia.

Jesus não poderia omitir que eventualmente seus seguidores sofreriam hostilidade, e em alguns períodos esse sofrimento seria intenso. Mas o que impressiona é a alegria que os move, ainda que tempos difíceis estejam à vista. O fato é que esse reino inspira outros povos e influencia tempos e eras. Cada discípulo sente-se responsável por promover o amor, que experimentou neste reino, àqueles que estão distantes e ainda não participam desta realidade.

Logo, não é de se estranhar que a espiritualidade de Jesus, ou o modo de viver proposto por Cristo, nos traz a incumbência de uma grande missão (ou tarefa). Jesus chama seus discípulos de sal e luz do mundo. E isso nos traz várias implicações, vejamos:
 
1ª) A missão é de todos os discípulos

2ª) A missão é para toda a humanidade

3ª) A missão envolve a integralidade do ser humano - trazer vida abundante

4ª) A missão eventualmente promoverá novos discípulos (ainda que isso não ocorra ela é válida e digna)

5ª) A missão tem como objetivo glorificar a Deus

Logo, falar em missão integral é redundância. Talvez como forma de enfatizar o caráter da missão, mas na verdade esse termo apenas nos acusa que algo está errado.

Que o Senhor nos ajude a viver a espiritualidade de Jesus, como promotores do reino de Deus, louvando a Deus e caindo na graça de todo povo.

Por Pedro Paulo Valente
Publicado originalmente por Apoteose

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Todos estão surdos



Vale muito assisitr esse víde! O rei Roberto Carlos cantando sobre o Rei dos Reis, o Senhor Jesus. Música para um mundo surdo... meu amigo volte logo!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Radicalize! De dentro pra fora

por Pedro Paulo
Foto oficial do acampamento de adolescentes em Viçosa-MG

Jesus estava pregando as boas novas do reino de Deus, e grande multidão o seguia admirada com o seu ensino. Vendo a aglomeração a sua volta, Jesus subiu ao monte e rodeado pelos seus discípulos, passou a ensinar as muitas pessoas que o seguiam, ensino este conhecido como o famoso Sermão do Monte.

Santo Agostinho compara essa cena com o recebimento dos dez mandamentos por meio de Moisés, mostrando a superioridade dos preceitos da nova justiça em comparação com a antiga lei judaica. “Por meio de santos profetas e fiéis servidores deu preceitos menos perfeitos ao povo que convinha ainda sujeitar pelo temor. E por meio de seu Filho deu outros preceitos muito mais perfeitos ao povo que Ele queria libertar pela caridade.”

O ensino de Jesus trata sobre a vida neste reino que ele anuncia estar próximo, no qual a justiça reina e o amor é o seu regime. A entrada neste reino é pelo próprio Cristo, pois ele é o caminho, a verdade e a vida. A eternidade está no coração de cada cidadão deste reino, junto com os mandamentos do Senhor que agora não estão mais encravados em pedras, mas no seu interior.

Neste reino os cidadãos desfrutam de livre acesso ao Senhor, por meio de Cristo, e esta proximidade explica o caráter dos súditos. São humildes de espírito, pois reconhecem a falência espiritual que chegaram quando confiavam nas suas próprias forças. Quando se deparam com a miséria e a fraqueza que se encontram não hesita em chorar, pois conhecem a validade do choro do arrependimento, nunca deixarão de ser consolados. As virtudes são buscadas com todo o esforço, elas são preciosas neste reino, e se tratando em pureza, todos foram lavados pela palavra da verdade e não medem esforços em prosseguir olhando para o Cristo.

Por falar em virtude, os cidadãos estão realmente engajados com seus valores, o domínio próprio faz deles pessoas livres de toda forma de maldade, o comprometimento com a justiça é pra eles como uma refeição diária, essencial para a vida. A compaixão com o desfavorecido é notória e eles não medem esforço para socorrer o próximo, a solidariedade está presente ainda que seja custoso para eles. E não poderíamos deixar de notar o espírito pacificador existente nesta comunidade do Rei, todos estão empenhados com o sucesso da paz, pois foi isso que o Cristo trouxe para o reino, ele desfez toda a inimizade que havia.

Jesus não poderia omitir que eventualmente esse povo sofreria certa hostilidade, e em alguns períodos o sofrimento chega ser intenso. Mas o que impressiona é a alegria que os move, ainda que tempos difíceis estejam à vista. O fato é que esse reino inspira outros povos e influencia tempos e eras. Cada cidadão sente-se responsável por promover o amor que experimentado neste reino também àqueles que estão distantes e ainda não participam desta realidade.

A multidão curiosa interpelou Jesus – como isto é possível? A dinâmica do reino nasce no coração de cada cidadão e por isso a harmonia se encontra por todo lado. Os cidadãos não foram conquistados ou convencidos a se ajuntar a este reino, eles nasceram do próprio reino.

Publicado originalmente em Mar ADentro

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.                                                 
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.
Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.” 
Evangelho de Mateus 5:3-12

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Os que choram... Radicalize! De dentro pra fora

Por James Andrew

“Bem aventurados os que choram, pois serão consolados”
Matheus 5:4


Neste pequeno texto podem-se entender várias coisas, mas irei me concentrar na que acho que ficou mais marcada no Acampamento.

O versículo começa falando sobre a bem-aventurança de chorar. Mostra que é bom chorar. Mas o que há no choro que nos faz ser “bem-aventurado”? Existe aquela resposta clássica de que quando você chora, você esta colocando tudo para fora, desabafando. Mas acho que Jesus quer mostrar algo mais. É importante ressaltar uma definição para “bem-aventurados” que achei muito interessante e verdadeira. Bem-aventurado é aquele bem visto por Deus. Deus se orgulha daquela pessoa. Ou seja, Deus se orgulha daquelas pessoas que choram.

Mas que choro é esse? É um choro de reconhecimento de seus erros e do pecado que esta no mundo. É um choro que faz você decidir mudar! Que deseja ser melhor, porque Deus nos deu essa capacidade de melhorar, através de seu Filho, Jesus. Esse choro mostra que além de sentir enojado pelo pecado, você quer acabar com o pecado, quer ser um cristão íntegro!

Toda “bem-aventurança” veio com uma “promessa” ou conseqüência. Nesta é que seremos consolados. Muitas vezes para sermos consolados precisamos de esperança. Precisamos lembrar que aquilo vai passar, que na verdade tem como mudar, melhorar. E essa é a esperança que nos move cada dia, é a esperança trazida por Jesus ao homem, que somos libertos do pecado, que o reino dos céus esta chegando, que tudo ainda há de ser perfeito. Muitas vezes me esqueço disso e choro (no mínimo por dentro). Mas assim como fala no texto fui consolado, através do Espírito Santo. Afinal, não é Ele que chamamos de consolador? E assim conseguimos seguir em frente, para onde ele nos levar.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

RADICALIZE! DE DENTRO PRA FORA

O acampamento da UPA foi muito bom! Entre os dias 9 e 12 de outubro, no sítio Rancho DÁgua,52 adolescentes se reuniram para estudar as bem-aventuranças anunciadas pelo nosso Senhor Jesus.

Experimentamos um momento rico de comunhão e devocção, nas postagens a seguir iremos registrar nossas reflexões por diferentes olhares, sejam nas mensagens, devocionais e reflexões.

As fotos podem ser vistas no Flickr da UPA-IPV

Com vocês a palavra do presidente - Tiago Tardim
"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus".
Mateus 5:3
O que me chamou mais atenção nesse texto é que muitos pensam que o certo é ter um espírito farto e rico, pois isso demonstra quão fiéis em Cristo somos. Aparentemente, parece que isso é bom, mas na verdade é o oposto, uma vez que sinal de ser fiel a palavra de Deus é justamente ser pobre de espírito! E sabe o que mais? É sendo pobre de espírito que fortalecemos o nosso espírito. Muito louco, galera!

Temos de deixar de achar que os pobres são os do mundo, e nós que temos fartura; pois é aí que seu espírito se torna cada vez mais fraco, e isso, moçada, é algo muito grave que devemos evitar, e se possível nem pensar!

Dessa forma, como ter um espírito forte, ou seja, pobre? Tudo o que devemos fazer é buscar sempre a Deus em orações e meditação (não apenas leitura) da palavra e não buscar o bem para se vangloriar, mas por prazer de agradar e servir a Deus. Isso nos proporcionará humildade, que nos dará força, e cada vez refletiremos mais a luz de Cristo.

Sigamos para a próxima bem-aventurança, irmãos!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Os sete pecados capitais – parte 6 - Glutonaria

Sábado passado a Emiliane conversou conosco sobre o pecado capital da glutonaria, o penúltimo do nosso estudo. Segue uma pequena reflexão sobre o assunto.


A glutonaria ou auto-indulgência é o sexto dos sete pecados capitais e o primeiro dos dois pecados da carne, "quentes", porém "de má reputação". É geralmente tratado como o menos sério dos sete pecados capitais. Da mesma maneira que a avareza idolatra os bens materiais, e a luxúria, o sexo, a glutonaria idolatra a comida. Ela exalta e distorce tanto a comida quanto o comer. Assim, diferente do gourmet que desfruta e aprecia as iguarias finas, o glutão tradicional gosta de comer, quase sem se preocupar com o paladar, a beleza, ou a companhia compartilhada. Ao passo que o gourmet saboreia a comida, o glutão tradicional a devora. Os glutões, ao reduzir toda a comida a uma lavagem, "assemelha-se a porcos".

Assim, a peculiaridade da glutonaria, o pecado "quente", é dupla: em primeiro lugar, os glutões abusam de algo essencial à sobrevivência humana e, em segundo lugar, as penalidades espirituais da glutonaria são as mais leves dos sete pecados capitais, muito embora as penalidades físicas sejam mais rápidas e mais pesadas.

Para saber mais, leia o livro Os sete pecados capitais, Os Guinness.

domingo, 7 de novembro de 2010

Perfil de um glutão, baseado em C. S. Lewis



A glutonaria da delicadeza!

Encenação do Conselho Editorial Jovem (CEJ) da Ultimato baseada nos livros Um Ano Com C. S. Lewis e Cartas do Diabo a Seu Aprendiz. O vídeo aborda o vício da glutonaria de uma forma pós-moderna, segundo a qual o comer demais foi substituído pela preocupação exagerada pelo quê e como comer.

Ficha técnica
Screwtape: Lucas Rolim Menezes
Jovem senhora: Tábata Mori
Garçonete: Aline Melo
Gerente: Daniela Cabral
Câmera e narração: Paula Mendes

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Meio Ambiente: Vlog do Lu & Tero com Marcos Botelho



Por que preservar se Jesus vai destruir tudo na sua volta?

O que é ponto de retorno?

Que é James Lovelock?

Por que Gaia vai se vingar?

Por que não se fala de preservação nos nossos púlpitos das igrejas?

O que é mordomia?

Publicdo originalmente em Marcos Botelho

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

RESSURREIÇÃO

Todo aquele que crê em Cristo, Deus lhe dá o poder de ser feito filho de Deus, contudo, aguardamos a manifestação completa daquilo que já somos e temos em Cristo. Esperamos a manifestação de Jesus Cristo quando Ele vier para nos buscar. Então nosso corpo mortal será revestido de imortalidade, aquilo que é corruptível será revestido de incorruptibilidade. Sabemos, conforme está escrito, que os mortos verão a luz da ressurreição.