quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Alegria, tornando-se como Jesus


Você já parou para pensar sobre as 9 características expressas em Gálatas 5, chamadas de fruto do Espírito? “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.” (Gl 5:22, 23)

Nesta série de vídeos chamada “9 por dia” [9-a-day], Chris Wright, diretor internacional da Langham Partnership, nos convida a meditarmos em cada uma dessas características, afim de nos tornarmos mais como Cristo. Neste vídeo, ele medita sobre o amor e sua importância.
"Então tiveram alegria quando entenderam a Bíblia e quando obedeceram a Bíblia. E é por isso que colocamos tanta ênfase quando pensamos no fruto do Espírito e tornarmo-nos como Jesus, que precisamos voltar às Escrituras e aprofundar nossas raízes no solo da Palavra de Deus, em entendê-la e obedecê-la, porque é daí que vem a alegria."
Este vídeo foi legendando pela parceria entre os blogs Voltemos ao Evangelho e o O Tempora! O Mores!.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A influência do cristianismo na origem da ciência moderna



Analisando a história, percebe-se que as grandes civilizações como os gregos, os hindus, os árabes e os chineses desenvolveram conhecimentos e técnicas consideráveis mais ou menos ao mesmo tempo. Dominavam a astronomia, as navegações, construíam edifícios, catapultas, armas, etc. No entanto, nenhum desses povos foi capaz de desenvolver a ciência como um movimento progressivo, como aconteceu na Europa Cristã no final da Idade Média.

O conhecimento do mundo e as técnicas em posse de outras culturas não eram suficientes em si para manter em andamento a ciência como a conhecemos. O que faltava a esses povos era a estrutura certa que pudesse propiciar a confiança e a motivação necessárias para que o estudo científico florescesse.

O filósofo John Macmurray afirmou: “a ciência é filha legítima de um grande movimento religioso e sua genealogia remonta a Jesus Cristo”1.

Stanley Jack, historiador da ciência, em seu livro "Science and creation"2, diz:

“A investigação científica só encontrou solo fértil depois que a fé num criador pessoal, racional, realmente impregnou toda uma cultura, a partir dos séculos da Idade Média Alta. Essa foi a fé que forneceu uma dose suficiente de crédito na racionalidade do universo, confiança no progresso e valorização do método qualitativo – todos eles, ingredientes indispensáveis da investigação científica”

A Bíblia revela que Deus cria ordem do caos, por um ato de livre vontade (Hb 11:3), e que, a cada instante, o universo depende de Deus para continuar existindo (Hb 1:3). Considerando que Deus agiu livremente, e não podemos ter a pretensão de adivinhar o que ele fez, o único meio que temos para descobrir a criação e entendê-la é o estudo por meio da observação e da experimentação.

Textos como Gênesis 1 e 8:22 sustentam a ideia de que Deus é um criador pessoal, racional e digno de confiança. Portanto, pode-se esperar que sua criação seja ordenada e racional. Foi sobre esse fundamento que os primeiros cientistas desenvolveram o conceito de leis naturais e começaram a procurá-las.

De acordo com Gn 1:26-27, os seres humanos são feitos à imagem e semelhança de Deus. Essa ideia deu aos primeiros cientistas a segurança necessária para que pudessem crer que suas mentes eram imagens finitas da mente de Deus e que, portanto, eram capazes de entender sua criação e suas leis naturais. Eles tinham motivos para confiar na razão e na lógica humana.

As ordens de dominar a terra (Gn 1:28) e de cuidar do Jardim do Éden (Gn 2:15) forneceram um estímulo religioso para o estudo científico da natureza, visto como uma forma de cumprir aqueles mandamentos de Deus.

No contexto atual, poucos cientistas entendem ou aceitam tal estrutura cristã para aquilo que fazem. O fato é que, no início, a pesquisa científica encontrou seu propósito e significado fora de si mesma, na teologia cristã. Mesmo nos dias de hoje, quando esse propósito e significado são negligenciados, é difícil encontrar alguma outra base amplamente aceitável para a ciência.

1 Reason and emotion, John Macmurray (p.172), Humanity Books (February 1999)
2 Science and creation, Stanley Jaki (p. VIII), University Press Of America (September 28, 1990)

Por Gustavo Veríssimo, professor e pesquisador do departamento de engenharia civil da Universidade Federal de Viçosa, MG.

Publicado originalmente no blog da Ultimato

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Amor, tornando-se como Jesus


Você já parou para pensar sobre as 9 características expressas em Gálatas 5, chamadas de fruto do Espírito? “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.” (Gl 5:22, 23)

Nesta série de vídeos chamada “9 por dia” [9-a-day], Chris Wright, diretor internacional da Langham Partnership, nos convida a meditarmos em cada uma dessas características, afim de nos tornarmos mais como Cristo. Neste vídeo, ele medita sobre o amor e sua importância.
“Que tipo de fruto vital este amor é! Ele é certamente o primeiro e mais importante. Quando cristãos amam uns aos outros, em primeiro lugar, prova que eles têm a vida eterna. Em segundo lugar, prova que eles têm a fé salvadora. Em terceiro lugar, prova a realidade de Deus. E quarto, prova que eles são verdadeiros seguidores de Jesus.”
Este vídeo foi legendando pela parceria entre os blogs Voltemos ao Evangelho e o O Tempora! O Mores!.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O Senhor luta por nós




O Senhor luta por nós! Ele conhece os nossos corações, o tempo de nossa vida, os sentimentos não explicados e o ambiente incerto ao redor. E Ele luta por nós.

Ele, que luta por nós, não é um mero valente do seu povo, um guerreiro de grandes vitórias ou um rei amado pela nação. É o Senhor todo poderoso, Criador dos céus e da terra, Governante absoluto de tudo o que existe, Feitor da luz e da vida, Rei dos reis, Controlador do universo, Salvador da humanidade, Resgatador dos perdidos e Pai de seus filhos.

E Ele luta por nós.

A convicção de que o Senhor dos Senhores luta por nós produz dois efeitos sobre nossos corações. O primeiro é de descanso, pois aquele que controla todas as coisas controla também a nossa vida. Aquele que rege o universo tem poder sobre nossos corações, relacionamentos, corpos, provisões e futuro.

Descansemos no Senhor que luta por nós. Coloquemos perante Ele nossas aflições e peçamos o retorno das noites bem dormidas e do riso aliviado. Ele cuida de nós.

O segundo efeito é de expectativa no Senhor. Se Ele luta por nós qualquer coisa nova pode acontecer! Qualquer coisa pode mudar, qualquer situação pode ser consertada, qualquer pessoa pode ser quebrantada, qualquer pecado pode ser perdoado. Se Ele luta por nós podemos, a qualquer momento, ser curados da enfermidade mais profunda que amedronta o corpo e a alma.

Descansar em Deus e esperar em Deus, porque Ele luta por nós.

Encontramos esta palavra de encorajamento à nossa fé em Deuteronômio: O Senhor luta por nós! Moisés a proferiu ao povo de Israel em um momento emblemático de sua jornada. Após 40 anos peregrinando no deserto o povo se vê próximo ao rio Jordão, prestes a entrar na terra prometida. Vivia, assim, o momento de pesado cansaço pela peregrinação longa e árida e, por outro lado, profunda esperança para entrar na terra tão esperada. Moisés, usado por Deus, encoraja o povo lembrando como o Senhor foi fiel no passado. Amanhã não seria diferente. Moisés declara que o povo ainda passará por muitas provações e que aquele não é, enfim, o momento final de descanso. Porém, falando sobre reis e reinos que ainda os confrontarão ele lhes diz: “não os temais, pois o Senhor luta por vós” (Dt 3:22).

A caminhada é longa e ainda não cruzamos o Jordão, mas esta verdade nos levará até o final, na paz de Deus. O Senhor luta por nós!

Por
Ronaldo Lidório 

Publicado originalmente no site do autor 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Tornando-se como Jesus


Você já parou para pensar sobre as 9 características expressas em Gálatas 5, chamadas de fruto do Espírito?
Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade,
mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.

Gálatas 5:22-23
"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Gálatas 5:22-23 "
Nesta série de vídeos chamada “9 por dia” [9-a-day], Chris Wright, diretor internacional da Langham Partnership, nos convida a meditarmos em cada uma dessas características, afim de nos tornarmos mais como Cristo. Neste vídeo, ele medita sobre a importância dessas características serem frutos e não meras ordenanças externas.
Este vídeo foi legendando pela parceria entre os blogs Voltemos ao Evangelho e o O Tempora! O Mores!.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O mérito de nada merecer




“Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?” (Sl 116.12,13).

A vida cristã supõe a crença em paradoxos. Não obstante a clareza das Escrituras, sua simplicidade e a naturalidade com que ela nos comunica os conhecimentos essenciais sobre Deus, a criação, o homem, o pecado, a redenção e etc., a fé cristã repousa tranquila e confortavelmente sobre paradoxos inexplicáveis, verdades que escapam por completo à lógica humana, verdades que só se harmonizam na mente santa e sapientíssima de Deus

E por que só se harmonizam lá? Pelo fato de que Deus não só é infinitamente mais sábio e inteligente que os homens. E sim porque sua sabedoria e sua inteligência são de outra natureza: divina, santa, indefectível, essencial, transcendental, puríssima, inerente ao seu ser, não adquirida, mas produzida nele mesmo. Deus não conhece a partir da experiência. Assim, quando vamos às Escrituras somos apresentados a um Deus que salva graciosamente, mas que espera uma resposta do homem. Vemos um Deus que oferta o Evangelho, que não o impõe, mas que determina que todos creiam. Que convida o pecador à conversão, sem forçar-lhe à vontade, mas que exige arrependimento. Que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade, conquanto salve apenas os que quer e quantos quer

Por isso mesmo o grande mérito do cristão é não possuir mérito algum. Será salvo por uma eleição graciosa sem base em justiça pessoal, sem que haja crédito junto a Deus. Entretanto se a entrada no Reino não é uma meritocracia lá existem níveis de felicidade, são os galardões distribuídos por Deus àqueles que em Cristo, durante o curso desta vida, uma vez salvos, progrediram na vida cristã não sem esforço, sem sacrifícios.  Nossos méritos pessoais não são suficientes para colocar-nos no Reino, entretanto, não são desprezados por Deus uma vez que fomos alcançados pelo Evangelho

Deus escolheu-nos para as boas obras: “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais antes para nós as praticarmos”( Ef 2.10). Ele deseja que nos empenhemos na prática destas boas obras: “Fiel é esta palavra, e quero que você afirme categoricamente essas coisas, para que os que creem em Deus se empenhem na prática de boas obras. Tais coisas são excelentes e úteis aos homens” (Tt 3.8), e que por elas supramos as deficiências dos outros: “Quanto aos nossos, que aprendam a dedicar-se à prática de boas obras, a fim de que supram as necessidades diárias e não sejam improdutivos” (Tt 3.14). Se nossas boas obras não nos creditam para a vida eterna, contudo elas não são neutras. Elas levam outros a reconhecerem a glória de Deus Pai: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mt 5. 16). Dão a evidência de que fomos de fato, escolhidos por Deus: “Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em meu nome” (Jo 15.16) e evidenciam a genuinidade de nossa fé: “Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta. Mas alguém dirá: ‘Você tem fé; eu tenho obras’. Mostre-me a sua fé sem obras, e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras” (Tg 2.17,18). Desde logo percebemos que a nossa obrigação em andar em boas obras não é uma condição para sermos salvos, antes, a sua evidência. As boas obras são o resultado da salvação e não sua exigência. Contudo as boas obras constituem um meio de graça eficiente e à disposição do cristão para crescer em santificação, amor, fraternidade, humanidade. 

As boas obras são parte de nossa adoração, é como glorificamos a Deus em nossa vida concreta, em nossos relacionamentos. Por isso quando praticarmos o bem repitamos com o Evangelho: “Assim também vocês, quando tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: ‘Somos servos inúteis’; apenas cumprimos o nosso dever     (Lc 17.10) e ainda:  quem se gloriar, glorie-se no Senhor, pois não é aprovado quem a si mesmo se recomenda, mas aquele a quem o Senhor recomenda” (2 Co 10.17). No mês dedicado ao aniversário do Instituto Samaritano de Proteção Social seria bom que individualmente e como igreja nos interrogássemos: como tem sido a nossa efetiva produção de boas obras? Você precisa mais do Samaritano do que ele precisa de você. Mas, sua fruição em boas obras lá nos abençoaria a todos. Pense nisso, ore por isso.

Reverendo Luiz Fernando
Pastor da Igreja Presbiteriana Central de Itapira