quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Os sete pecados capitais – parte 4 - raiva

“Eu, porém, vos digo que todo aquele que {sem motivo} se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo.” Mt 5:22
No último sábado o pr Jony conversou conosco sobre o pecado capital da raiva. Vimos o desenvolvimento da raiva em 5 passos:
1º A raiva surge por uma vontade, prazer ou algo que eu quero;
2º A raiva é alimentada por um sentimento de auto-compaixão, caracterizada pela luta dos interesses próprios;
3º A raiva deixa o indivíduo descontrolado, apto a satisfazer seus instintos isento de juízo;
4º A raiva nutri um sentimento de vingança, maquinando o mal. O indivíduo desenvolve prazer no mal do próximo;
5º A raiva promove desprezo, descaso pelo próximo. Sua conseqüência última é a morte.
A raiva é o combustível das desavenças. O mal se propaga no seu ardor, assistimos seus desdobramentos que vão desde brigas no trânsito até guerras e genocídios contra grupos étnicos.
Porém a raiva é um pecado que pode virar uma virtude. O exemplo de Jesus que sentiu raiva e indignação na morte de seu amigo Lázaro (Jo 11:31-44), mostra que o cristão deve se indignar com o mal. A desgraça do mal não faz parte da Criação de Deus, ela é fruto do pecado.
Quando a indignação vira uma virtude? Quando vemos algo sagrado como a vida ser consumida, perder o seu valor e dignidade. Quando é o direito do outro que está sendo violado. Quando a injustiça e o mal estão em cena.
Jesus proferiu duas bem aventuranças que contrapõe o vício da raiva. A mansidão, quando eu me recuso a prejudicar qualquer pessoa. E o pacificador, quando alguém resolve desejar/promover a paz para todos. (Mt 5:5 e 9)
Que o Senhor nos fortalece para escolhermos o caminho perfeito, pois ao seu tempo colheremos os seus frutos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Fé e Esperança

Duas das três virtudes capitais cristãs são a fé e a esperança representadas por uma âncora. Os benefícios maravilhosos do sacrifício de Cristo são apropriados pelo crente pela fé, como está escrito: "justificados mediante a fé temos paz com Deus."e "Todos quantos receberam a Cristo foram feitos Filhos de Deus,a saber aos que crêem no Seu nome". Foram adotados na família de Deus e receberam a certeza da salvação, portanto "não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus". Nossa salvação é garantida pela promessa de Deus que não pode falhar. Fomos salvos na esperança de sermos salvos. Nossa esperança é uma âncora firme que está segura em Deus.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Adolescentes da IPV e congregações passam o dia juntos (18/09)


No sábado passado aconteceu o encontrão das UPA´s. Tivemos a participação de 22 adolescentes das congregações de Teixeras, Ervália, Coimbra e Paula Cândido, e de outros 35 adolescentes de Viçosa.

Meditamos juntos ao longo do dia sobre o texto de Romanos 12:1-3,9,21, nosso tema foi Renovando Mentes e Corações em Cristo. Uma ótima oportunidade para refletir sobre “Visto o que Deus fez por nós, como deve o seu povo viver?”

Contamos com a ajuda de 11 famílias que acolheram os visitantes para o almoço e 4 jovens da UMP que preparam um delicio cachorro-quente no lanche da noite.

No período da tarde fomos para a universidade participar de jogos (futebol, basquete, vôlei, frisbee e até futebol americano), muito bate papo e um agradável som de gaita e violão promovido pelo Diogo e Liz.

Encerramos nosso encontro na IP Vale do Sol com uma noite inspirada da banda da UPA.

Foi um dia especial e esperemos repeti-lo muitas vezes.

Obs: as fotos estarão disponíveis em breve no orkut UPA-IPV e no Flickr.

Segue o esboço da reflexão...

RENOVANDO MENTES E CORAÇÕES EM CRISTO

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.”
“O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem.”
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.”
Texto base: Romanos 12:1-3,9,21

Introdução
Estamos aqui reunidos por algo em comum. Além da adolescência, da proximidade geográfica e de participamos da mesma denominação, o que nos liga é a fé na obra de Jesus Cristo que compartilhamos.
Todos nós estávamos mortos em nossos pecados, longe de Deus e incapazes de reverter esta terrível situação. O quadro é universal, não é uma questão isolada restrita a um grupo ético, mas toda a humanidade está sujeita ao pecado.
A palavra pecado (hamartia) na Bíblia significa errar o alvo, não estar à altura de um padrão.
A graça de Deus, revelada em Jesus Cristo, é suficiente para cobrir nossa vergonha e desfazer toda estrutura de poder que se levanta contra o conhecimento de Jesus, seja ela uma realidade da carne, do diabo ou do próprio mundo. Uma real oportunidade para desfrutar a liberdade, ser livre para fazer o bem e romper definitivamente com o mal.

Visto o que Deus fez por nós, como deve o seu povo viver?
Abandonar os padrões deste mundo em desacordo com Deus e deixar que a renovação de mente, pelo poder do espírito Santo, transforme suas vidas harmonizando-se com a vontade de Deus.
“O serviço prestado por vidas obedientes é a única resposta razoável ou lógica a graça de Deus” Foulkes
Oferecer – apresentar-se a Deus para ser usado em seu serviço. Uma oferta pessoal e não de outro, diferente do que acontecia na cerimônia judaica.
Racional – o culto é oferecido pela mente e pelo coração. O culto espiritual (interior, racional) em contraste com o culto do templo de Israel/exterior.
Este mundo/século – refere-se à era que vivemos. Resistir à tentação de viver em constante rebelião à Deus.
Transformai-vos - metamorfose. Como? Pelo Espírito Santo de Deus e pela Palavra de Deus. Pelo poder e pela vontade revelada de Deus! Uma mente renovada e humilde em Cristo.

Cuidado com o orgulho! Cuidado com o desânimo!
Quando pensamos em nós mesmos, devemos tanto evitar uma estimativa alta demais como uma avaliação baixa demais a cerca de nossa pessoa. O evangelho de Deus é a primeira medida para nos avaliar.

Agora o amor domina a cena.
Uma referência ao amor de Deus – demonstrado na cruz (5:8), derramado em nossos corações (5:5) e obstinadamente dedicado a não nos abandonar (8:35-39).
Amor como essência do discipulado cristão, deixar o amor dominar e moldar os nossos relacionamentos.
O amor é sincero, não é teatral, ele faz parte da vida. O amor e a hipocrisia são mutuamente excludentes.
Discernimento – odeiem o que é mal e apeguem-se ao que é bom. O amor não é esse sentimento cego que se costuma pintar, pelo contrário, qualquer mal que seja incompatível com o seu supremo bem estar passa a ser objeto de seu ódio.
O ódio do amor ao mal. Agarrar-se ao que é bom, como a cola, e aversão ao que é mal.
“Se o amor é o acúmulo da virtude e a hipocrisia a sístese do vício, quanta contradição seria colocar os dois juntos.” John Murray
Não te deixes vencer do mal
Não há como ser neutro. A única forma de romper com a corrente do mal é seguir o caminho da cruz, essa sim é a obra prima do amor.
Romper a corrente do mal envolve ser imitador de Jesus, encarnar seus ensinos, transbordar do seu amor, promover o bem e perdoar em todo tempo.
O evangelho é exatamente isso – romper com o mal. A demonstração da misericórdia de Deus aos pecadores indignos e indesculpáveis. Como nós que fomos alcançados por ele poderíamos nos escapar dessa missão?

Por Pedro Paulo Valente

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Bono do U2 compartilha sua fé

A Graça de Deus em Cristo


Jesus Cristo - o Filho de Deus ou um louco?


Sua mensagem para a igreja


continuação...


Será que a igreja sempre esteve atrasada historicamente? O que você acha dessa afirmação do Bono?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Os 4 Evangelhos

As verdades que nos transformam foram a nós reveladas nas páginas dos Evangelhos. Os quatro Evangelhos, nos contam as boas novas da salvação em Jesus Cristo, foram escritos para que pudéssemos crer e crendo tivéssemos vida em Seu Nome. No centro das "boas novas" está a Cruz. Evangelho sem Cruz é evangelho sem redenção, o que já não é mais evangelho...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Os sete pecados capitais - parte 3 - avareza

A avareza é um desejo incontrolável de adquirir e acumular riquezas, uma doença do espírito. A semelhança do ladrão na parábola de Jesus (o pastor e o seu rebanho - João 10), a avareza vem para roubar a vida e causar morte.

No evangelho de Lucas, Jesus conta uma parábola sobre um rico insensato (Lucas 12:13-21). A parábola é sobre um homem rico que deposita sua segurança nas riquezas que acumulou de seu trabalho. Deus o repreende e diz que seu trabalho foi em vão, pois não teria mais tempo para viver e desfrutar desta riqueza que acumulara. E termina com a seguinte advertência - Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.

O que Jesus está ensinando é que a avareza produz uma falsa segurança, na qual a felicidade de um indivíduo é determinada pelo o quanto de riqueza esta possui. Jesus adverte as pessoas sobre este sofisma (uma mentira maquiada de verdade).

O apóstolo Paulo nos adverte dos perigos e tentações que sobrevêm sobre aqueles que desejam ficar ricos, afirmando que o amor a riqueza é a raiz de todos os males (I Tm 6:7-10). Dentre os males que advêm sobre os avarentos podemos destacar a ansiedade, a solidão, a negligência ao pobre, a promoção de injustiça e o crime. O décimo mandamento também nos adverte sobre a cobiça/ avareza (Ex 20:17).

Paulo cita duas vacinas importantes para combater a avareza (I Tm 6:17-20). A primeira é o contentamento, poderoso para combater a ganância. A segunda vacina é a generosidade, poderosa para combater o desejo compulsivo de querer acumular riquezas.

Para pensar

'Para a nossa avareza, o muito é pouco; para a nossa necessidade, o pouco é muito.’ Sêneca

Reprodução de parte da mensagem do Emmanuel na reunião da UPA (11/09/2010)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Encontro das UPAs - Viçosa e região

Vem aí o encontrão das UPA´s!

No dia 18/09 (sábado) estarão reunidas as UPA´s da IPV, Vale do Sol, CPV e os adolescentes das congregações da região.

Veja a programação:
• Vamos nos encontrar na IPV a partir das 9h00 com uma devocional;
• Almoço com a s famílias da IPV;
• No período da tarde teremos um momento de esportes e bate-papo na UFV;
• Cachorro - quente no jantar preparado especialmente pela UMP;
• À noite encerraremos na IP Vale do Sol com muita música e refletindo sobre o valor da fé cristã na adolescência.

Não fique de fora!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Interpretando o diabo - Cartas do Diabo a seu Aprendiz



Editora Ultimato lança em novembro de 2009 a coleção Devocionário de Bolso. Um dos livros dessa coleção é Um Ano com C. S. Lewis - leitura diária de suas obras clássicas. Lucas Rolim, jovem estagiário da Ultimato, fez um vídeo criativo interpretando uma das devocionais (30 de março) deste livro. Ele é o "diabo".

Obs: O clube de leitura da UPA discutiu no início do ano o livro 'Cartas de um diabo a seu aprendiz', de C. S. Lewis.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Redenção

O Deus enviou o Seu Filho Jesus Cristo, para prover grande Redenção, permanecendo justo e justificador. O fato é: como Deus poderia justificar aos injustos, aos que infringiram a sua justa lei? Se Deus é justo teria Ele que punir os injustos. Se Ele justifica injustos não seria justo. Contudo, na cruz, Deus puniu o pecado reivindicando Sua justiça e ao mesmo justificando o pecador, perdoando sem ser conivente, pois é Jesus Cristo a nossa redenção. nEle está a justiça dos injustos, a tal ponto que aqueles que estão em Cristo são nova criação.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Os sete pecados capitais - parte 2 - inveja

Sobre a inveja e o seu avesso: do egoísmo à compaixão

A inveja é aquele sentimento que todo mundo sabe que tem, mas de alguma forma nega. Mesmo assim, cabe-nos a pergunta: o que é a inveja? A fácil definição contrasta com nossa dificuldade em mantê-la distante de nós. De acordo com o Os Guinnes, a “inveja é o desgosto pelo bem alheio”. Ou pode ser também aquele “sentimento que seu alvo é humilhar a superioridade de outrem e trazê-lo ao nosso nível”.

Certamente, a insegurança quanto nossa identidade nos empurra para a inveja. Não termos certeza de que somos amados ou que somos importantes apesar do que “não temos”, nos direciona a questionar nossa posição diante dos outros, afinal, quando entendemos prontamente quem somos, não precisamos gastar tempo em desqualificar os outros em detrimento de nós mesmos.

No entanto, sou otimista: nem sempre nos mantemos invejosos por muito tempo. Prefiro acreditar que somos bons o bastante para querermos o bem para o outro, mas volta e meia somos assediados com dardos inflamados de inveja por aqueles que estão à nossa volta, sendo que muitos desses são pessoas que amamos.

Em contrapartida, a mensagem do Evangelho nos direciona ao oposto da inveja, à compaixão e solidariedade. O convite do “chorar com os que choram e alegrar com os que se alegram” alimenta nossa alma e castra nosso egoísmo diante da urgência em notar o outro. Se somos tentados a sentir “tristeza pelo bem alheio”, a compaixão é a tristeza pelo mal do outro. Se a inveja abre nosso riso para comemorar o desastre do próximo, a solidariedade nos impulsiona a celebrar a bondade com o nosso irmão.

Assim, o contraponto da inveja (compaixão) gera em nosso coração as qualidades necessárias para a transformação da nossa mente. Que a inveja nunca se torne um imperativo em nossa vida. No máximo, que seja uma exceção no nosso dia-a-dia. Que a compaixão e a solidariedade nos encontre sempre nesta caminhada.

Por Gustavo Bianch

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Os sete pecados capitais - parte 1 - orgulho

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.” (Romanos 12:2-3)
A vida cristã é resultado da graça, do favor de Deus. O que somos é resultado direto da misericórdia dEle, e tem como propósito o louvor da glória de Deus. Não há espaço para a altivez de espírito, mas tão somente para a humildade e a vida em comunhão com Deus e com o próximo, um sinal de dependência.

O problema do orgulho
O orgulho é o primeiro, o pior e o mais predominante dos pecados capitais. Isto porque em muitas das vezes ele é a fonte dos demais pecados, ninguém está livre dele. Sua origem não está no mundo e nem na carne, mas no próprio diabo. (OS GUINNESS)

A Bíblia diz que o pecado de Lúcifer foi se exaltar no seu coração, cheio de orgulho e vaidade quis se assemelhar a Deus (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:12-19). O orgulho é um pensamento indevido de si mesmo, de alguém que se eleva e desconsidera tudo a sua volta, uma atitude irracional de auto-suficiência.

O orgulho cega o homem, entorpece a alma e o distância de tudo que está a sua volta, seja de Deus, do próximo, ou até mesmo da realidade. O homem dominado pelo orgulho tem como fim a sua ruína, caracterizado pelo desamparo, pois há muito tempo ele confia apenas na sua força.

O orgulho na cultura contemporânea
Os Guinness propõe o seguinte dilema - vivemos um momento no qual o mundo achou duas formas de mudar este vício em virtude.

1. Mudou-se a sua definição, confundindo orgulho com amor próprio.
2. A motivação que levava a sociedade a considerá-lo um vício foi contestada.

Toda reivindicação de direito é a mim, pois a perspectiva que vale é a minha, independente da realidade que seja. A proposta é de uma construção individual da sociedade, na qual sobressaem os fortes, observa-se um espírito essencialmente competidor. O homem nesta proposta está centrado em si mesmo e na auto-suficiência, é autônomo e livre de tudo e de todos.

Do ponto de vista bíblico, o orgulho é a violação e a desordem fundamental do amor, pois põe o amor próprio frente do amor a Deus. Ele quebra os mandamentos de amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo.

C. S. Lewis, em seu livro Cristianismo Puro e Simples, dedica um capítulo todo para falar sobre o grande pecado, o orgulho. O livro faz apologia da fé cristã, mostrando a sua relevância frente uma sociedade cada vez mais descrente. Segue algumas de suas idéias sobre o vício do orgulho:

1. O orgulho é essencialmente competidor, movido pelo prazer de estar acima do outro.
2. O orgulho sempre significa inimizade, entre seu próximo e Deus.
3. O orgulho não vem da nossa natureza animal, mas diretamente do inferno. Ele é puramente espiritual, e, por isso é o mais sutil e mortal.
4. O orgulho é um câncer espiritual. Ele corrói a própria possibilidade de amor, de contentamento ou, até mesmo, de bom senso.

Essas fortes palavras de Lewis são como uma lanterna para ajudar a enxergar os intentos do coração, para discernir as intenções e medir sobre suas terríveis conseqüências na alma.

Humildade, a virtude que se opõe ao orgulho
A sabedoria do livro de Provérbios e a boa leitura que C. S. Lewis faz da ditadura do orgulho são importantes para despertar a mente. Elas devolvem a sensatez.
Com os humildes está à sabedoria, serão felizes e obterão honra porque confiam no Senhor (Provérbios).
Jesus nos disse que bem-aventurados são os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5:3). Essa é a proposta do reino de Deus que se opõe fortemente aos valores deste século, por isso Paulo adverte a transformar a mente.

Lembre, ninguém pense de si mesmo além do que convém!

Referências:
Os Guinness. Sete pecados capitais. Editora Shedd Publicações.
C. S. Lewis. Cristianismo Puro e Simples. Editora Martins Fontes.

Por Pedro Paulo Valente

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Natividade

Nós, humanos somos alvo da revelação de Deus. Seu amor perfeito Deus foi manifesto aos homens, em carne, na pessoa de Jesus Cristo, que nasceu da virgem Maria, concebido de forma sobrenatural pelo Espírito Santo, fazendo-se um de nós para levar sobre Si, na Cruz do Calvário, os nossos pecados, nossa culpa e pagar a nossa dívida diante de Deus o Seu Pai. Porque Deus amou o mundo de tal maneira, Ele deu Seu Filho Unigênito.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vídeo-debate: Avatar

Neste sábado tem vídeo-debate e o filme da vez é AVATAR. Atenção ao horário! O filme vai começar às 18h00 na IPV, e depois vamos promover um debate sobre o filme.

Segue a sinopse do filme:
AVATAR é o primeiro filme lançado inteiramente em 3D, do diretor blockbuster James Cameron.

AVATAR nos conduz por um mundo espetacular além da imaginação, onde um herói relutante vindo da Terra embarca numa aventura épica, e acaba lutando para salvar o mundo extraterrestre que aprendeu a chamar de lar.

Adentramos o mundo alienígena através dos olhos de Jake Sully, um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas. Apesar do que aconteceu ao seu corpo, Jake continua se sentindo um guerreiro e viaja anos-luz à estação que os humanos instalaram em Pandora, onde a humanidade quer explorar o minério raro unobtanium, que pode ser a chave para solucionar a crise energética da Terra. Como a atmosfera de Pandora é tóxica, foi criado o Programa Avatar, em que “condutores” humanos têm sua consciência ligada a um avatar, um corpo biológico controlado à distância capaz de sobreviver nesse ar letal. Os avatares são híbridos geneticamente produzidos de DNA humano e DNA dos nativos de Pandora, os Na’vi.

Renascido em sua forma avatar, Jake consegue voltar a andar. Ele recebe a missão de se infiltrar entre os Na’vi, que se tornaram um obstáculo à extração do precioso minério. Ocorre que uma bela Na’vi, Neytiri, salva a vida de Jake, o que muda tudo. Jake é acolhido pelo clã de Neytiri, e aprende a ser um deles depois de passar por vários testes e aventuras. O relacionamento de Jake com sua hesitante instrutora Neytiri se aprofunda, e ele passa a respeitar o jeito de viver dos Na’vi, e por fim passa a ocupar seu lugar no meio deles.

Logo ele enfrentará a maior de suas provações, ao comandar um conflito épico que decidirá nada menos que o destino de um mundo inteiro.